Como financiar um veículo utilitário?

Por divelp em Utilitários - 12/11/2020

 

Como financiar um veículo utilitário?

Que os utilitários são o sonho de consumo para a maioria dos que possuem empresas, isso nós já sabemos. Mas o fato é que nem todos sabem como torná-lo realidade.

Para financiar um veículo utilitário é preciso estar por dentro dos tipos de financiamentos existentes no mercado, taxas de juros e como proceder para que a realização da compra não se torne um problema para economia do negócio.

Pensando nisso, criamos um passo a passo com as principais informações que você precisa ter antes de financiar um veículo utilitário ou qualquer outra categoria.

 

Quando financiar um veículo utilitário?

Você passa boa parte de seu tempo idealizando seu mais novo utilitário: pesquisa funcionalidades, potência de motor, estabilidade e segurança do veículo, dentre outros detalhes. O problema é que, hoje em dia, o preço de um veículo desses pode ser alto para ser quitado à vista.

Em um momento de incertezas econômicas, é preciso ser cauteloso para não tomar decisões erradas e precipitadas. Financiar um veículo utilitário pode ajudá-lo a expandir seus negócios mas também demanda cuidados para não colocá-lo em apuros desnecessários.

E a ótima notícia é que não é necessário ter o dinheiro todo em mãos para adquirir seu veículo. Para esses momentos existem os financiamentos, que evoluíram muito ao longo do tempo, adequando-se às necessidades dos consumidores com prazos mais longos e parcelas que cabem no orçamento.

 

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O que é um financiamento de veículos

Basicamente, financiar significa parcelar o pagamento de um veículo ou outro bem qualquer que se deseje adquirir. Para tanto, há uma espécie de intermediação, feita geralmente por um banco ou financeira, que vai ceder o veículo, e este será pago em várias parcelas, seguindo regras que comumente são estabelecidas em contrato.

 

Como funciona um financiamento

Na prática, você compra o veículo, leva consigo e vai pagando aos poucos para a instituição, conforme o combinado. Ou seja, você pode, no momento da compra, ajustar o valor e a quantidade de parcelas conforme seu orçamento, para não ter problemas posteriores. Confira quais as modalidades de financiamentos mais comuns:

 

Leasing

O leasing é um financiamento mais parecido com um aluguel, que você vai pagando com a intenção de comprar o veículo.

Durante a vigência do contrário e consequentemente o pagamento das parcelas, o veículo permanece em nome da instituição financeira. Ao término da quitação do valor, o proprietário efetivamente toma posse do seu bem.

 

Crédito Direto ao Consumidor (CDC)

Ao contrário do leasing (aluguel), os CDCs possibilitam que o comprador, desde o primeiro momento da prática do contrato, seja oficialmente reconhecido como proprietário do veículo.

Neste caso, a compra se dá de forma similar a um empréstimo bancário comum, com o diferencial de que as taxas de juros são definidas no momento do contrato, o que significa que o valor das parcela será fixo até  o fim do contrato.

Um detalhe importante é que, apesar de ter a posse do veículo, o comprador não pode negociá-lo (repassar ou vender a outra pessoa), até que o CDC esteja quitado.

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Cobrança das taxas de juros

Seguindo a lógica,  sabe-se que o que se compra hoje com R$ 100,00; certamente não conseguirá ser adquirido por esse mesmo preço daqui a um ano. Essa mesma diferença também se aplica entre o valor de um bem, qualquer que seja ele.

No caso específico dos veículos, de certa forma, estes sofrem uma desvalorização ao longo do tempo. Em contrapartida, os juros, ao longo desse mesmo tempo, tendem a se multiplicar. Mas se estamos considerando a hipótese de financiar, é justamente porque não dispomos de dinheiro para desperdiçar.

Cogite, se possível, a hipótese de pagar um valor de entrada e financiar o restante, assim você define com mais clareza o valor que pode pagar mensalmente e a duração do contrato.

 

Quais são as taxas para financiar um veículo utilitário?

Não é preciso ser um gênio das finanças para saber que os juros não são os únicos vilões de um financiamento. Há também os impostos e taxas adicionais, a saber:

 

IOF

O Imposto de Operações Financeiras ficou conhecido ao longo do tempo como “o imposto do dinheiro”. É aplicado sobre o valor financiado e, posteriormente, cobrado anualmente. Os valores são recebidos pelo banco ou instituição financeira, que os repassa ao governo.

Gravame

O gravame é um registro feito no Detran do estado em que se deu a aquisição do veículo. Esse registro indica que o bem móvel está em alienação (ainda não foi quitado) e não pode ser negociado/ vendido até que seja totalmente pago.

 

TAC

Literalmente, TAC significa Taxa de Abertura de Crédito. Na prática, é um valor que a instituição define para verificar se há restrições de crédito em nome do cliente.

 

Seguro Proteção Financeira

Antes de mais nada, é imprescindível destacar que esta cobrança é facultativa, ou seja, você não é obrigado a contratar e/ou pagar. No entanto, desde que esteja ciente e de acordo, o comprador pode optar por essa precaução adicional, para o caso de imprevistos, como ficar desempregado, por exemplo.

O objetivo desse seguro é cobrir algumas parcelas do financiamento, em caso de necessidade.

 

CET

CET é a sigla para Custo Efetivo Total. Em outras palavras, o CET reflete absolutamente todas as despesas com juros, gravame, bem como todas as taxas e valores das parcelas juntas.

É um resumo de quanto dinheiro sairá efetivamente do seu bolso para adquirir o veículo.

 

Agora você já conhece os tipos de financiamento existentes, quando optar por um e quais as taxas embutidas neles. Continue acompanhando o blog da Divelp para saber quais os próximos passos em busca do financiamento de seu veículo utilitário.

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